Poesia, meia luz, amigos e um violão.
Uma gaita
Um chocalho que parece um ovo.
Castanholas
Nada do mais do mesmo.
E felicidade. Muita felicidade.
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abril 13, 2012
setembro 06, 2011
A poesia prevalece
Quando show
e espetáculo viram uma coisa só
Passo Fundo.
25 de agosto de 2011. Manhã nublada, fria e fechada. Eu tremia. Um dos dias que
eu mais esperei na minha vida estava prestes a se tornar realidade.
Quando eu ouvi “Senhoras e sem dores, respeitável público pagão, bem vindos ao Teatro Mágico” minhas pernas amoleceram. Fernando Anitelli entrou no palco, com o rosto mascarado pela pintura característica da trupe. Quando ele se postou na minha frente com aquela capa de veludo vermelho e disse a frase que eu mais ansiava ouvir, admito, uma lágrima rolou pelas bochechas gordinhas e cheias de blush.
Junto comigo
estavam os meus Camaradas d’água Mateus e Vanne que, assim como eu , evocaram
da sombra uma inquietude que só acalmava com o som da trupe. Partimo-nos
em vários enquanto acompanhávamos as frases do show que pareceu tão curto,
enquanto a porta do camarim virou ponto de conversa ou quando saímos como se
fôssemos grandes amigos (acho até que somos).
Eu precisava pegar algumas falas do Fernando para fazer uma matéria. Ser profissional naquela hora exigiu bastante esforço. Enquanto eu perguntava ou escutava atentamente o que ele falava, o microfone chegava escorregar na minha mão, de tanto que ela suava. Anitelli respondia com naturalidade e com gosto em dar respostas com conteúdo tremendo. Mais que um cantor, sem dúvida. Um cara, um papo, um sopapo, um papelão.
Anitelli se mostrou simpático e muito acessível. Respondeu calma e pausadamente com riqueza de detalhes todas as questões por mim levantadas. Contou de onde surgiu a idéia da trupe, gesticulava o tempo todo enquanto me falava a maneira como tantos raros foram se agregando e me fazia rir com seu tique nervoso. As 'quebradinhas' de pescoço e piscadas apenas com o lado direito dissiparam todo o meu nervosismo.
Sem contar a minha emoção, quando Fernando viu a minha tatuagem que tem escrito "A poesia prevalece", na panturrilha e disse que demonstrações como essa são de uma gratificação enorme para ele e o quanto essa frase é importante para ele.Uma filosofia de vida. Assim como para mim.
Foi um dos dias mais felizes da minha vida, tenho certeza. E só queria dividir com vocês.
Certamente não é dos meus melhores escritos, mas certamente, o mais carregado de emoção e satisfação.
Passo Fundo.
25 de agosto de 2011. Manhã nublada, fria e fechada. Eu tremia. Um dos dias que
eu mais esperei na minha vida estava prestes a se tornar realidade.Quando eu ouvi “Senhoras e sem dores, respeitável público pagão, bem vindos ao Teatro Mágico” minhas pernas amoleceram. Fernando Anitelli entrou no palco, com o rosto mascarado pela pintura característica da trupe. Quando ele se postou na minha frente com aquela capa de veludo vermelho e disse a frase que eu mais ansiava ouvir, admito, uma lágrima rolou pelas bochechas gordinhas e cheias de blush.
“A poesia prevalece!” me deixou arrepiada. A ficha caiu. Era realmente O Teatro Mágico que estava ali, na minha frente. Prestes a entoar as canções que mais me emocionam, que mais me tocam. Sentada no chão sem qualquer calçamento do Circo da Cultura, eu pouco me importava se as pessoas achariam estranho me ver chorando, hipnotizada e depois rindo realizada.
O Teatro Mágico subiu ao palco para mostrar aos leitores como a união de poesia, música, arte performática e humor é possível. E de maneira simples, arrancaram aplausos entusiasmados dos pequenos que assistiam hipnotizados a performance de Déinha Lamego no tecido e dos maiorzinhos, que tinham os olhos brilhando enquanto entoavam as composições de Fernando Anitelli.
O Teatro Mágico subiu ao palco para mostrar aos leitores como a união de poesia, música, arte performática e humor é possível. E de maneira simples, arrancaram aplausos entusiasmados dos pequenos que assistiam hipnotizados a performance de Déinha Lamego no tecido e dos maiorzinhos, que tinham os olhos brilhando enquanto entoavam as composições de Fernando Anitelli.
Junto comigo
estavam os meus Camaradas d’água Mateus e Vanne que, assim como eu , evocaram
da sombra uma inquietude que só acalmava com o som da trupe. Partimo-nos
em vários enquanto acompanhávamos as frases do show que pareceu tão curto,
enquanto a porta do camarim virou ponto de conversa ou quando saímos como se
fôssemos grandes amigos (acho até que somos).Eu precisava pegar algumas falas do Fernando para fazer uma matéria. Ser profissional naquela hora exigiu bastante esforço. Enquanto eu perguntava ou escutava atentamente o que ele falava, o microfone chegava escorregar na minha mão, de tanto que ela suava. Anitelli respondia com naturalidade e com gosto em dar respostas com conteúdo tremendo. Mais que um cantor, sem dúvida. Um cara, um papo, um sopapo, um papelão.
Anitelli se mostrou simpático e muito acessível. Respondeu calma e pausadamente com riqueza de detalhes todas as questões por mim levantadas. Contou de onde surgiu a idéia da trupe, gesticulava o tempo todo enquanto me falava a maneira como tantos raros foram se agregando e me fazia rir com seu tique nervoso. As 'quebradinhas' de pescoço e piscadas apenas com o lado direito dissiparam todo o meu nervosismo.Sem contar a minha emoção, quando Fernando viu a minha tatuagem que tem escrito "A poesia prevalece", na panturrilha e disse que demonstrações como essa são de uma gratificação enorme para ele e o quanto essa frase é importante para ele.Uma filosofia de vida. Assim como para mim.
Foi um dos dias mais felizes da minha vida, tenho certeza. E só queria dividir com vocês.
Certamente não é dos meus melhores escritos, mas certamente, o mais carregado de emoção e satisfação.
O Teatro Mágico surgiu em dezembro de 2003, pela atitude de Aniteli que ao freqüentar saraus literários, ficava perplexo com a beleza da junção de manifestações artísticas que acontecia ali. E a idéia foi partilhada com amigos e amplificada indo, então, pra cima de um palco. A questão do palhaço surgiu um pouco mais tarde, com inspiração na “commedia dell'arte” numa tentativa de igualar o artista e o expectador. Transcender a barreira palco-platéia afinal, todo mundo tem um pouco de palhaço.
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| A Trupe |
A trupe vem de Osasco e traz em seus arranjos frases que nos levam a reflexão, como em Zazulejo, que conta a história de pessoas que falam erroneamente algumas palavras e finaliza com a impactante frase “Acredito que errado é aquele que fala correto e não vive o que diz”. O Teatro nunca teve uma música no pódio das paradas de sucesso, mas acredita que o seu trabalho está sendo cumprido: “Mesmo que não esteja na mídia, está sendo produzido, está sendo consumida por alguém. Mesmo com tantos tipos de músicas que são ouvidas atualmente, sempre haverá gente tentando fazer música de resistência com letra bacana e um bom arranjo. E sempre haverá alguém que vai simpatizar e gostar” diz Anitelli.
O vocalista ainda afirma que a internet acaba sendo uma concorrência direta com as rádios, pois divulga o trabalho dos artistas numa velocidade imensa, além de dar ao artista a possibilidade de ‘existir’. A rede tira o atravessador cultural deixando o artista frente a frente com o público. E isso é fundamental.
abril 18, 2011
O adeus do Jacaré
"E foi uma descoberta de um paraíso dentro do inferno. Porque o Brasil é um inferno e o Capingüi um paraíso"
João Carlos Tiburski, assim constava o nome do professor no comprovante de matrícula.
Tiba, assim era chamado por todos dentro da Universidade e da Faculdade de Artes e Comunicação.
Jacaré.Assim era chamado apenas por quem realmente gostava dele.
O nosso jacaré. Aquele que demorava pra entrar na sala de aula e saía tão rápido qeu a gente não via. Era um mestre, sabia muito o Jacaré. Ensinava muito mais nos corredores do que na sala de aula. Quanta coisa aprendi parada em frente a "A Vara" pertinho dos banheiros, quantas histórias eu ouvi enquanto tragava mais um cigarro no banco da FAC. Ele que vinha pigarreando e tossindo, sempre! e que me apresentou um tal pózinho que mais parecia café, que ele ficava cheirando e cheirando e dizia "isso aqui é pra não ter vontade de fumar ,jacaré" .
Ele que muito lia meus textos e sizia "Manda esse pro Crônicas, tenho certeza que vai" e eu mandei. Porque o Tiba disse. O jacaré falou. E quando o texto realmente foi selecionado, veio ele se oferecer para mostrar quantos votos de sim tinha recebido, e todo contente : "a tua vai ser ilustrada jacaré."
Tivemos brigas também. Discussões políticas eram as mais fervorosas,realemente.Mas não tinha nem comparação com a fúria dos alunos que tinham aula no sábado de manhã. Era uma tal história de chegar as 8 e ir embora menos de duas horas depois. Cerca de 9:30 ou 9:40 da manhã, o Tiba começava a ficar ansiado e perguntar se já tínhamos entendido a matéria, se já havíamos terminado as atividades,afinal "Fim de semana é dia de ir pro Capingui,ir no sábado e voltar no domingo". E com aquele jeitão dele, ele conquistava os alunos. Conquistou a gente. Ganhou a gordinha. Mas nesse domingo, ele não voltou. Nadou pela última vez, ficou aonde mais gostava. Na água, aonde jacaré tem que ficar.
Ele, que era amante da boemia, da cultura, da leitura, das artes. O nosso Bukowski faquiano.Como disse meu colega Artur "Vai o mestre, ficam seus discípulos." Foi mais do que matéria o que ele nos ensinou, foi um estilo de vida. Ele nos ensinou a ser mais que jornalista, nos ensinou a ser o jornalismo.
Vai com Deus Tiba, sei que você já deve estar tomando um vinho aí em cima, apenas esperando e esperando. Não é a toa que o tempo está assim, fechado, chovendo.O capingui está em luto.A FAC está em luto. O jornalismo brasileiro está em luto.
E nunca mais ninguém me diga que jacaré não entra no céu.
novembro 17, 2010
Estranho mundo Particular
O
meu mundinho cresceu. Fico em dúvida se fui eu ou se as coisas realmente
mudaram, mas na verdade acho que é um casamento das duas mudanças: a minha e a
do meu mundo. Nunca fui considerada muito normal, eu admito. Ainda lembro o meu
primeiro dia de aula, todas as crianças choravam , esperneavam ou corriam pelos
brinquedos da pracinha; já eu peguei um livro, comecei a olhar as figuras e fiz
xixi ali, no meio da biblioteca, e quando perguntaram por que não tinha ido ao
banheiro, calmamente eu respondi: ”Eu não tinha terminado de ler.”
Prazer,
eu sou a Ingra. Desse jeito mesmo, INGRA! E é nome, não apelido, como muitos
perguntam; e a minha mãe fui influenciada pela novela sim, como a maioria das
mães da década de noventa. Meu nome fora inspirado na Ana Raio. Curso
Jornalismo. Minha mãe não vê a hora que eu case, meu pai quer um neto e meu
irmão acha que eu devia virar hippie ou puta, para ele tanto faz. Estudo na
FAC, e não me vejo em nenhum outro prédio. Pra ser bem sincera, acho até que
tenho um amor recolhido pelas paredes desse prédio, e sou absurdamente
encantada com as pessoas que ali habitam. Nunca, na história desse país (um
salve pro Lula) eu conheci pessoas como nesse universo paralelo da Comunicação.
Posso dizer que eu me encontrei. Que vivo em um mundo aonde as pessoas não se
importam se tem o corte de cabelo da moda, escutam Beatles e suas festas se
fazem tendo apenas um violão. Ali, as pessoas não se importam com a opinião
alheia, elas só querem ser felizes. Seja parecendo uma calopsita ou tendo uma
bunda que ninguém acredita que é de verdade. O que importa, meu amigo, é não se
importar com os outros. Complicado isso, não é? Nem tanto. Descobri que as
coisas são muito simples, quem as complica somos nós. A felicidade pode estar
em um papo jogado fora em uma escadaria mágica que atrai todo mundo que passa,
num café “passadinho” que custa apenas um real, na cantoria desafinada de
clássicos brega com o professor Cléber Nelson, nas histórias da Garça do Tiba,
na irreverência da professora Goréti, nos colegas de curso, de prédio ou apenas
companheiros de escada,cigarro ou de copo, que sempre tem algo que nos faça rir
e que nos acrescenta de alguma forma... A felicidade está ali, na grama com
caspa da FAC, impregnada nas pareces que expiram melodia, está nos laboratórios
que tantas vezes já te fizeram rir com a turma, ou chorar por não conseguir
gravar aquele áudio... A felicidade está ali. Pode ser só para mim, talvez este
seja o novo “estranho mundo de Ingra”, ou talvez seja para todos que se
aproximam do mundo da comunicação, representado por aquelas pinturas, pela
música que não cessa, pelas pessoas de todos os estilos... Mas isso eu não tenho como te responder. Ficou
curioso? Dá uma passada no D2, ouvi dizer que tem uma escada maravilhosa lá.
setembro 09, 2010
Nostalgia
Caxias do Sul
2 a 6 de setembro de 2010
Intercom.
A Intercom é uma instituição sem fins lucrativos destinada ao fomento e a troca de conhecimento entre pesquisadores e profissionais atuantes no mercado.A entidade estimula o desenvolvimento de produção científica não apenas entre mestres e doutores mas também entre alunos e recém-graduados em comunicação,oferecendo prêmios com forma de reconhecimento aos que se destacam nos eventos promovidos pela entidade. Um desses eventos, é o Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, carinhosamente chamado de Intercom Nacional. Neste evento, há um assunto instaurado como tema do Congresso que leva ao debate em vários tópicos como televisão, cinema, rádio, etc.
Não há a necessidade de dizer o quão importante e gratificante é um evento desses. Pois o lugar aonde acontece o Congresso, exala conhecimento. As informações são absorvidas em todas as palestras,todas as oficinas,todos os papos, todos os cantos, todos os cafés e todos os cigarros. Contatos são feitos em cada ida até o bar, para comprar um pastel. Pessoas se tornam seus conhecidos em cada momento de descontração nos bancos da UCS, e conhecidos se tornam amigos ao te pedirem as horas ou um cigarro.
Pessoas. Amigos. São as palavras que me veem à cabeça no momento que falo Intercom.
Foram os quatro dias mais intensos que eu já vivi. É como se toda a minha vida tivesse se resumido a esses dias. Momentos maravilhosos é que eu posso dizer.
As corridas para pegar o café da manhã do hotel... Andar na nossa van que tinha o nome mais divertido do mundo :Carrossel! fazer tour pelas ruas de Caxias.Cantar enlouquecidamente toda e qualqeur música que tocasse no Carrossel. ter o motora mais gente fina do mundo, que parava com a van na frente das baladas e ainda abria a porta pras meninas descerem. E que fazia milhões de mapas para chegarmos até as boates...
E os companheiros de viagem então...
Quantas risadas demos do Adriano bêbado querendo jogar carta, ou quando tivemos que nos revezar no colo dele para caber no taxi e ele não parava de falar "cadeira...cadeira...cadeira...cadeira"
A Simoni daquele jeitinho de sempre.Dançando até o chão,fosse conosco ou com algum cara na balada , entornando a garrafa com a gente enquanto aguentássemos e sempre lembrando das nossas pérolas.Oremos amiga, oremos.
A Vane que sempre queria tentar alguma coisa... Ela tocou violão, tocou pandeiro, cantou, segurou galinha, tomou chimarrão, pegou o facão, se ensaiou pra dançar xula, dançou a Tarentela, enfim... Nos fez muito felizes com todas as suas peripécias.
A Mariel falando tudo corretamente, apavorada com suas colegas mundanas e seus vestidos minúisculos. A que mais se preocupava com as palestras e as oficinas.Soltou diversas pérolas durante a nossa viagem, como 'Madonna Mia' e "Meninas eu não vou ficar com ninguém"!
E a Tati, nossa amiga MB que fez e aconteceu nesse Intercom. Que bebeu com todas, brindou com todas, gastou perfume, levou as melhores balas da viagem, teve que aguentar comigo o colo do Adriano, caiu no banheiro, teve sua risada eleita como a melhor do Intercom e do Carrossel e nos deu momentos maravilhosos.
E tem aqueles amigos queridos que encontramos depois de muito tempo sem ver, com certeza foram muitos, mas não posso negar que eles foram os destaques do meu Intercom
A Patricia de Ijui, a menina linda dos olhos verdes que eu nunca sabia o nome.
O Manuba que com certeza é uma das pessoas mais divertidas e mais puras que eu já conheci em toda a minha vida e que vai me fazer rir toda vez qeu eu ver um pote de Hellman's.
O João Guilherme e se sutaqui pernambucãããnu.
O Adan que era meu amigo de twitter e que eu encontrei perdido pela UCS.
O Wellington meu amigo paulista que quase caiu ;x ashuauhsshau
O Baiano e seus cabelos sem noção (na verdade todo ele é sem noção) =]
O Darby e seu nome de marca de cigarro ahushuasuhuas
O Niggaz que me emprestou sua caneta de Tag e ficou conversando comigo sobre DBS e SNJ.
Os meninos do Tio Chico e suas danças fenomenais...
E os meninos da bandinha que tocaram uma música pra menina da mochila colorida *.*
Enfim...foram tantos momentos que ficaram marcados na memória, tatuados na alma e no coração.
Admito sim, sem vergonha alguma que eu chorei quando acabou tudo aquilo. Chorei muito, feito criança. não queria mais vir embora, aquele mundo encantado da comunicação qeu sempre me fascinou estava me mostrando o porque de eu amar tudo isso sem ao menos conseguir explicar. Mas como todo sonho acaba, chegou a hora de acordar e voltar para o mundo real. Viver sonho bom desses denovo, só daqui um bom tempo.
E já adianto: em Londrina. E depois, Pernambuco. o/
nos vemos lá.
♥
novembro 24, 2009
Escrito por um grande amigo ( e ainda sem título) :]
"Do banco da FAC eu vejo pessoas,
do banco da FAC eu vejo uma flor,
do banco da FAC, um corredor.
Do banco da FAC leio jornal,
do banco da FAC tomo café,do banco da FAC, um picolé.
Do banco da FAC vejo um bar,
os donos do bar vêem mais que eu.
Do banco da FAC o tempo passa,
as pessoas passam, a aula passa, a vida passa.
E ele, o banco, fica ali esperando o próximo."
Álvaro José Munhoz Junior
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